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segunda-feira, janeiro 09, 2006

Importa-se de repetir?... 

Rímur (O ficheiro esteve disponível durante uma semana) Kem ég enn af köldum heiðum Hríðarvöldin vetrarríku villtan tróðu dans; von að köld í veðri slíku væru ljóðin manns. Blik frá rauðum ástareldi eftir nauðir mér sumarauðugt sólarveldi síðan bauð hjá þér. Ástin meðan öllu réði okkar geði hjá allt var kveðið eins og gleði entist héðan frá. Steindor Andersen & Sigur Rós, Rímur EP, 2001 (É que não percebo mesmo nada!)

CAP @ 1/09/2006 12:34:00 da manhã

Comunicaram:
MAs também não é para perceber... é para ouvir
(boa escolha)
beijocas
 
Também não percebo mas também quero um mercedes benz.
 
Obrigado, Sofia. :)
(eu gosto de perceber o que ouço) ;)

Eufigénio, eu já conheço o site semi-pseudo-oficial dos Sigur Rós (foi de lá que veio a música) há muito. E o que se diz por lá nos comentários fez-me re-lembrar os tempos de faculdade (Saussure? Benveniste? blérgh!!!). Mas olha que esta canção até está em islandês mesmo (faz parte das lendas e tradições do país); aliás, nem é cantada pelo Jónsi.

Isto é Mexilhoeira Pequena, perto do cabo Finisterra, sim. :)
 
Olá, Maria! :)
A JJ anda por aí? Mercedes? Mas o gajo só fala do Mini... ora confirma lá na 1ª palavra da última estrofe. ;)


Eufigénio, lembrei-me de outra coisa: sabias que o 1º comentário que fiz no Ruínas foi em islandês? :)))


(off-record: o blogger agora já me reconhece, ao fim de não sei quantos dias a pedir-me a identidade...)
 
Vinha eu toda lampeira para comentar a algaraviada e... esbarrei no último comentário:

- mas que raios disseste tu em islandês ao JPC?
 
Isso agora, Hip... é entre mim e ele. ;)
 
:) Foi no tempo da inocência...
Ele tinha começado há pouco; tu irias começar com o teu logo a seguir (acho) e eu viria a descobrir uma escrita que me prendeu desde o início, de um tipo que já feito uma perninha num outro blogue, a falar de um concerto em Lisboa (e de umas coisas...). Depois, tive o desplante de te enviar um mail por causa de uma imagem tua (lembras-te? bmp V jpg?). Há quantos "anos" foi isso, já? ;)

(também invento linguagens ;) que até têm quem as fale: eu a minha mais nova, em diálogos que mais ninguém entende)
 
:) E de quando ele descobriu quem era o 7365 nos referrers?
(empate na sensibilização - toca a levantar o caneco e brindar!) ;)
 
Tu a deixares recado aqui e eu a ler no bloglines aquela do «de "Zé" ninguém se chama». :)))
Já lá vou!
 
lol!!!
 
(foi um moomento bonito :))
 
Esta música chama-se "stormy weather at the window" :)
 
Pois foi, Sofia. :)

Olá, Vanus! Obrigado pela tradução.
 
Eu não percebo nada de islandês mas sinto a calmaria dos sons dos Sigur Ròs, do desligar das palavras e deixo-me levar pela música. Isto lido à letra parece mal ;)
 
Paciência.
 
em contramão:
aqui há um par de anos ofereceram-me duma assentada 3 cds desta banda
desde então tem-me custado mesmo muito entender as elegias que lhes são dirigidas em toda a parte, seja na imprensa musical, blogs tugas, de mp3, seja onde for.
e não é só a unanimidade que assusta
é não haver uma alma sequer que refira a colagem excessiva à sonoridade, para não dizer sequência de notas quase idênticas, de 2 albuns/bandas sonoras dos Pink Floyd, quase desconhecidos de quem tem 2 ou 3 décadas de vida.
basta ouvir bocados de «Obscured by Clouds» e «More» (salvo erro, de 68 e 69) para reparar que não estou só a armar-me em carapau. pim.
 
Eu acho piada a quem critica os textos das canções nacionais, Vague. Os grandes sucessos anglófonos, traduzidos, são hilariantes de tão pobres (se exceptuar os VDGG). Para mim, o texto é uma parte fundamental de uma canção. A criação do "Hopelandic" por parte dos SR tem muito a ver com a pobreza dos textos. Como disse o JQ (isto hoje é só iniciais!!!), eles abusam das sonoridades longas (e sim, ouço ali um pouco o "More").

Com uma overdose dessas, não admira, JQ. :)
(há quantos anos não ouço os PF dos '60?) Apesar das minhas reticências acima, não deixo de gostar de os ouvir.
 
(Quem são os VDGG?)

Pois são pobres, as letras. Talvez por isso só as suportemos em inglês, pois mesmo q compreensível o texto, não chateia ouvir, love you baby and so on :)

Acredito q há canções q me embalam q se as fosse ouvir atenta à letra, quebrava-se o encanto. No entanto há letras belas, imagina algumas da canção francesa, Jacquee Brel, e aquele inolvidável 'ne me quitte pas', letra, música, voz, num todo perfeito.
 
Van Der Graaf Generator, uma banda dos anos 70. O vocalista, Peter Hammill, continuou depois a solo.
Não se deve generalizar, mas a canção francesa tem, habitualmente, textos muito bem conseguidos.
 
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